CORRESPONDÊNCIAS QUASE DIÁRIAS – SENSAÇÕES ATEMPORAIS… (3)

Em algum lugar de mim, 23 de março de 1026.

O que consigo fazer nesse momento é fechar os olhos e sentir o movimento do vento. Ele toca cada parte do meu corpo e permeia cada canto dos meus pensamentos. Não há febre, apenas consciência.
Há um silêncio musical e companheiro; romântico e real que pulsa em forma de desejo delicado, como um mar que serpenteia lilás e sinfônico nas minhas veias abertas.
Depois de uns dias agitados e ruidosos me veio a calma sensata e acolhedora. Veio-me a vontade de escrever-te novamente e falar dos meus dias.
O que mais posso dizer-te? Fique tranquilo! Não te preocupe!
Minha alma é forte! Estou sempre me refazendo, me recriando, me reencontrando nas cinzas cor-de-rosas da felicidade!
Sou sobrevivente de tudo aquilo que causo em mim…

Um leve beijo e um breve abraço

Penélope

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